Prefeito de Vitorino Freire morre após passar mal em igreja

O município de Vitorino Freire foi surpreendido na noite desta segunda-feira (27) com a morte do prefeito Ademar Alves Magalhães, aos 61 anos.

Conhecido popularmente como Fogoió, o gestor participava de um evento pedagógico realizado em uma igreja evangélica quando passou mal.

De acordo com informações preliminares, ele sofreu um infarto, chegou a ser socorrido, mas não resistiu.

A notícia causou forte comoção entre moradores, lideranças políticas e servidores municipais.

Fogoió estava no exercício do mandato e era uma figura conhecida na política local, tendo construído sua trajetória com forte presença na comunidade.

Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre velório e sepultamento

A prefeita Esmênia Miranda (PSD) anunciou, nesta segunda-feira, 27, o publicitário Rafael Lima (foto) como novo secretário municipal de Comunicação de São Luís.

“Hoje anuncio @rafaelrlima como novo Secretário Municipal de Comunicação de São Luís. Com experiência e compromisso ele chega para fortalecer o diálogo com a população e dar ainda mais visibilidade às ações da nossa gestão. Seguimos trabalhando e avançando!”, disse a gestora nas redes sociais.

O nome de Lima foi confirmado uma semana após Esmênia divulgar o nome de Felipe dos Santos Lopes como secretário interino.

Ele deverá figurar como adjunto na pasta.

A Comunicação da Prefeitura estava sem titular desde 2023, quando o jornalista Igor Almeida entregou o cargo

Antes dele, o ex-deputado Joaquim Haickel passou pela pasta, não tendo ficado muito tempo.

A Secretaria, ao longo deste período, foi dirigida interinamente por Emílio Murad, secretário municipal de Governo.

O ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de Dom Pedro, Farys Miguel, foi executado com vários tiros no fim da tarde desta segunda-feira, 27.

Ele foi assassinado dentro do seu veículo, em uma rua da cidade, após ser abordado por dois homens que estavam em uma motocicleta.

Ninguém ainda foi preso.

Farys era casado com a ex-prefeita Rosa Nogueira e a sua filha, Ludmyla Nogueira, exerce o mandato de vereadora.

Em 2015, na condição de chefe do Poder Legislativo, Farys foi alvejado quando chegava em sua residência, em São Luís.

Ele era filho do ex-estadual Edilson Peixoto, o Peixotinho, executado em 2013 com vários tiros.

A Prefeitura de Codó, por meio da Secretaria Municipal da Juventude (SEMJUV), emitiu um alerta importante para os estudantes que solicitaram a Carteira de Identificação Estudantil (CIE) 2026. De acordo com o órgão, foram identificadas inconsistências em parte dos cadastros enviados, principalmente relacionadas a erros nas informações pessoais e ao envio de fotografias fora do padrão exigido.

Segundo a Secretaria, a regularização é obrigatória para que o documento seja emitido. Caso as pendências não sejam corrigidas dentro do prazo, o estudante poderá ficar sem a carteira estudantil e, consequentemente, sem acesso aos benefícios garantidos, como meia-entrada e descontos em estabelecimentos conveniados.

Um dos principais problemas apontados está no envio das fotos. Para ser aceita, a imagem precisa seguir o padrão 3×4, com fundo claro, boa iluminação, rosto centralizado e totalmente visível, além de não permitir o uso de filtros, acessórios ou elemento que comprometa a identificação.

O prazo para regularização vai até o dia 29 de abril. Os estudantes devem procurar a Assessoria de Comunicação da Prefeitura ou enviar a fotografia correta, acompanhada do nome completo, para o número (99) 98421-1302.

O secretário municipal da Juventude, Valdeci Calixto da Silva Filho, reforçou a importância da atenção aos critérios estabelecidos. “É fundamental que os estudantes façam as correções dentro do prazo para garantir a emissão do documento o mais breve possível”, destacou.

A Secretaria ressalta que a colaboração dos estudantes é essencial para assegurar que todo o processo ocorra dentro do cronograma previsto.

ASCOM

O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu licitação para contratar uma empresa especializada no monitoramento e análise de sua presença digital e da atuação de seus integrantes nas redes sociais, com valor máximo estimado em R$ 249,9 mil. A sessão pública do pregão eletrônico está marcada para o dia 11 de maio de 2026, às 14h.

De acordo com o edital, o serviço prevê acompanhamento contínuo e em tempo real de menções ao tribunal em plataformas como X (ex-Twitter), Instagram, YouTube, Facebook e TikTok. A empresa contratada deverá coletar e analisar dados em grande escala, utilizando ferramentas profissionais para geração de relatórios, identificação de tendências, classificação de sentimento (positivo, negativo ou neutro) e mapeamento de influenciadores digitais.

A contratação será feita pelo critério de menor preço, em regime de empreitada global, com duração inicial de 12 meses. O contrato inclui a emissão de alertas sobre conteúdos com potencial de repercussão, enviados por aplicativos de mensagem, além de relatórios diários e mensais com análises quantitativas e qualitativas. Também estão previstos boletins eventuais em situações de maior impacto, com prazo máximo de 24 horas para entrega.

O lançamento do certame ocorre em meio a questionamentos sobre a credibilidade da Corte e discussões envolvendo a conduta de seus ministros. Nesta semana, o decano Gilmar Mendes tentou defender o tribunal, mas ampliou a controvérsia ao citar a homossexualidade como possível “acusação injuriosa” contra o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema. A declaração foi considerada homofóbica, levando o ministro a se retratar publicamente.

O STF exige que a empresa tenha capacidade de lidar com alto volume de dados, estimado em até 500 mil menções diárias, além de disponibilizar painéis (dashboards) com atualização recorrente para acesso direto da equipe do tribunal. A estrutura mínima prevista inclui quatro profissionais dedicados ao serviço, garantindo monitoramento ininterrupto.

Nota do STF

“A Secretaria de Comunicação esclarece que o procedimento mencionado refere-se à contratação de serviço especializado de clipagem e consolidação de conteúdos públicos veiculados em redes sociais sobre o Supremo Tribunal Federal, nos mesmos moldes do clipping já realizado diariamente com matérias jornalísticas publicadas em veículos de imprensa e portais de notícias.

Trata-se de prática amplamente adotada por órgãos da administração pública e por instituições de diferentes setores.

O objetivo é reunir e sistematizar conteúdos de acesso público, permitindo à área de comunicação compreender demandas informacionais e orientar ações voltadas à transparência e ao esclarecimento de temas relevantes.

A iniciativa está alinhada às boas práticas de comunicação pública e ao compromisso institucional de ampliar o diálogo com a sociedade por meio de informações qualificadas, acessíveis e contextualizadas.”

Em julgamento de Tomada de Contas Especial (TCE) instaurada pela Secretaria de Estado da Educação (SEDUC), em razão da não comprovação da adequada e regular aplicação de recursos transferidos por meio do Termo de Adesão nº 06/2018, referente ao Programa Estadual de Apoio ao Transporte Escolar Indígena nos Estados do Maranhão (PEATEIND), para a Prefeitura de Barra do Corda/MA, o Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) condenou o ex-prefeito Wellryk Oliveira Costa da Silva a restituir ao erário R$ 163.599,00 e ao pagamento de multa no valor de R$ 32.719,80.

Conhecido no meio politico como Eric Costa, o ex-prefeito atualmente é deputado estadual.

Os recursos repassados à prefeitura de Barra do Corda por intermédio do referido Termo de Adesão tinham como finalidade ser aplicados na viabilização do transporte escolar de alunos indígenas do ensino fundamental e médio da rede pública estadual, residentes na zona rural do município.

O Tribunal de Contas Estado (TCE) tem competência para julgar as tomadas de contas especiais quando houver a omissão do dever de prestar contas; a não comprovação da aplicação dos recursos repassados pelo Estado ou Município; a ocorrência de indícios de desfalque ou desvio de dinheiros, bens ou valores públicos; a hipótese da prática de qualquer ato ilegal, ilegítimo ou antieconômico de que resulte dano ao erário.

A decisão do TCE foi tomada de forma unânime na Sessão Plenária realizada na quarta-feira, 22/04.

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