CBF: Fernando Sarney aciona Ednaldo Rodrigues de novo e questiona contratação de Ancelotti

A disputa pelo comando da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) voltou ao centro das atenções com uma ação judicial movida pelo vice-presidente Fernando Sarney contra o atual presidente da entidade, Ednaldo Rodrigues. O processo foi protocolado no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) em 12 de maio e pede a suspensão do acordo judicial que garantiu a manutenção de Rodrigues no cargo.

No pedido, Sarney questiona a legitimidade da presidência de Ednaldo e propõe assumir interinamente o comando da CBF, com a responsabilidade de convocar novas eleições.

Ele ainda aponta a contratação do técnico Carlo Ancelotti, anunciada horas antes de uma audiência judicial, como uma estratégia para fortalecer a posição do presidente em meio às disputas judiciais.

Além disso, o dirigente critica a gestão de Rodrigues, alegando falta de transparência e excesso de gastos. A ação será analisada com urgência e reacende discussões sobre a governança da CBF em meio à reta decisiva das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.


O vice-presidente da CBF, Fernando Sarney, apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para que seja suspenso o acordo que garantiu a permanência de Ednaldo Rodrigues no comando da entidade. O documento, que havia sido homologado em fevereiro, agora é contestado com base em suspeitas de falsificação de uma das assinaturas que viabilizaram sua oficialização.

Sarney sustenta que a suposta assinatura do ex-presidente da CBF, Coronel Nunes, não é autêntica, o que comprometeria a validade jurídica de todo o acordo. Um trecho da petição enviada por seus advogados argumenta que as provas indicam a construção de um ato simulado, e por isso solicita que os efeitos da decisão sejam suspensos de forma imediata, o que significaria o afastamento de Ednaldo do cargo.

O pedido foi feito na esteira da notícia de que um de seus aliados, Eurico Pacífico, foi demitido por justa causa de um cargo de gestão do Beach Soccer da CBF.

O atual presidente da CBF também se mantém no cargo com base em uma liminar concedida por Gilmar Mendes, em janeiro de 2024. À época, o ministro considerou que a intervenção judicial na CBF poderia resultar em punições ao futebol brasileiro por parte da Fifa, e decidiu reconduzir Ednaldo ao posto enquanto não houvesse uma definição judicial definitiva sobre o caso.

O pedido de Fernando Sarney amplia um impasse que já dura mais de três anos. Desde que o atual presidente venceu a eleição de 2022, questionamentos sobre a legalidade do pleito tramitam no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, e embora ainda exerça a função de vice-presidente no ciclo que vai até março de 2026, Sarney se afastou politicamente de Ednaldo e não integrou a chapa que foi reconduzida por aclamação para o próximo mandato, que se estende até 2030 e que não contou com oposição.

Em fevereiro, o cenário parecia ter sido resolvido após a assinatura de um protocolo entre dirigentes e a Federação Mineira de Futebol, que validou a continuidade de Ednaldo na presidência. Entre os nomes que constam no documento estão o próprio Fernando Sarney, Coronel Nunes, Castellar Neto, Gustavo Feijó, Rogério Caboclo, além da FMF e da CBF.

O caso voltou a ganhar repercussão nesta semana após a deputada federal Daniela Carneiro protocolar uma petição no STF também pedindo a saída de Ednaldo.

A parlamentar afirma que um laudo técnico comprova que a assinatura atribuída ao Coronel Nunes é falsa, o que reforçaria a tese de invalidade do acordo, e caberá a Gilmar Mendes, relator do processo, avaliar tanto o pedido de Daniela quanto a nova manifestação de Sarney.


Enquanto o debate sobre a sucessão estadual em 2026 começa a ganhar força nos bastidores, o governador Carlos Brandão segue em silêncio — e com razão. Com décadas de vida pública e um currículo robusto, Brandão conhece como poucos os tempos e os movimentos da política. Já foi secretário-chefe da Casa Civil, e de outras pastas importantes, deputado federal duas vezes, vice-governador, assumiu o comando do Estado em momentos desafiadores e venceu as eleições com ampla aliança. Não chegou até aqui por acaso.

Sua trajetória é marcada por equilíbrio, firmeza e, principalmente, paciência – uma virtude essencial para quem governa um estado com as dimensões e desafios do Maranhão.

Enquanto alguns nomes do seu grupo se movimentam, Brandão observa, escuta e articula. Nada é por impulso. Ele já pediu aos secretários que não tratem do assunto sucessão, reforçando seu foco total na gestão. A prioridade é governar, reforçando o municipalismo, com entregas concretas e diálogo aberto com prefeitos, lideranças e a população.

Brandão sabe que liderança se constrói com solidez e prefere ouvir todos antes de tomar uma decisão. Reunirá prefeitos aliados, avaliará o cenário com cautela, e, quando for a hora certa, fará seu movimento.

A sucessão está em jogo. E Brandão joga com serenidade, estratégia e a experiência de quem já viu muita coisa passar e sabe que, na política, a pressa atrapalha toda e qualquer decisão.

O ministro André Mendonça – relator no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de um recurso do PSC contra decisão que determinou a cassação da chapa do partido nas eleições de 2022 para deputado estadual – decidiu nesta quinta-feira, 1º, manter a anulação dos votos da legenda na disputa por vagas na Assembleia Legislativa do Maranhão em 2022.

A decisão implica na perda dos mandatos dos deputados estaduais Fernando Braide (atualmente no PSD) e Wellington do Curso (Novo) – o que não ocorre imediatamente, já que o voto do relator ainda precisa ser analisado pelo plenário.

O PSC foi acusado de utilizar candidaturas femininas fictícias para cumprir a cota mínima exigida por lei. A prática já havia sido reconhecida tanto pela base quanto pelo pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA).

Na decisão, o ministro destacou que há provas suficientes de que as candidatas Cláudia Lira e Vitória Almeida não participaram efetivamente da disputa eleitoral.

“Existem elementos mais que suficientes para a conclusão de que Cláudia Lira e Vitória Almeida foram lançadas como candidatas fictícias pelo partido e, poder-se-ia afirmar, inclusive, que não foram as únicas, tendo em vista o resultado desastroso obtido pelas concorrentes, amealhando apenas 1,1% dos votos totais da legenda”, afirmou. Ele acrescentou que “não é possível acreditar que há normalidade no fato de o somatório dos votos de 10 candidatas ser inferior ao número de votos obtidos por 14 dos 24 candidatos homens”.

Se a decisão de Mendonça for conformada pelo plenário do TSE, será realizada uma recontagem dos votos das eleições de 2022 para o Legislativo maranhense.


O religioso codoense Frei Hernane que hoje é pároco no município Brejo de Areia, que fica na microrregião de Santa Inês, publicou vídeo nas redes sociais registrando seus sentimentos pelo falecimento da ex-primeira-dama de Codó Eliene Rolim.

“Pedimos como Igreja, pedimos como cristãos as bênçãos de Deus, a graça de Deus para que ela ( Eliene Rolim) tenha um repouso eterno, para que ela possa ser acolhida já no colo do Pai, no colo da mãe Maria Santíssima”, falou o desejo Frei Hernane.

O frei Capuchinho afirmou que o legado das virtudes de Eliane Rolim se torne inspiração para a Família Rolim caminhe na paz, na fé, na esperança “e sobre tudo na crença da ressurreição”. Frei Hernane afirma que a ressurreição é a maior resposta obra todos os problemas.

Frei Hernane é codoense e filho do saudoso Pedro Doca da localidade Santana Velha.

Por meio de nota publicada nas redes sociais, a família Araújo Torres Rolim confirmou, neste domingo (27), o falecimento de Eliene Araújo Torres Rolim, conhecida como Eliene Rolim. Empresária e ex-primeira-dama de Codó entre 2009 e 2016, Eliene era esposa do ex-prefeito e ex-deputado estadual Zito Rolim.

Segundo a nota, Eliene faleceu na madrugada deste domingo, por volta das 5h10, na UTI do Hospital Maranhense, em São Luís, após uma batalha de mais de três anos contra o câncer. A família destacou a coragem, fé e serenidade com que ela enfrentou a doença, sempre amparada pelo carinho dos familiares.

Eliene Rolim era mãe da atual vice-prefeita de Codó, Cinthya Rolim, e de seus outros dois filhos, Rômulo e Wellington, além de ser avó carinhosa de Maria Luiza e Marina Amália. A família expressou profunda gratidão pelo apoio recebido e pediu orações neste momento de dor.

O velório de Eliene terá início às 16h deste domingo (27), na residência da família, localizada na Rua Mamede Assen, no bairro São Sebastião, em Codó.

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Posto Priscila: Km17, BR 316, Codó-MA
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