Prefeitura de Codó oferece atendimento oftalmológico gratuito por meio do mutirão do glaucoma

A Prefeitura de Codó, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com o Governo do Estado do Maranhão, realizará no dia 17 de janeiro, a partir das 7h, no Centro de Especialidades Clínicas (CEC), o Mutirão do Glaucoma, com oferta de atendimento oftalmológico gratuito.

A ação tem como objetivo promover o diagnóstico e o acompanhamento de pacientes com glaucoma, bem como de pessoas com histórico familiar da doença, contribuindo para a detecção precoce e o tratamento contínuo. O glaucoma é uma doença ocular progressiva que, quando não tratada adequadamente, pode levar à perda irreversível da visão, tornando fundamental o acompanhamento especializado.

O mutirão atenderá exclusivamente pacientes já cadastrados, ou seja, aqueles que possuem a carteirinha do Mutirão do Glaucoma. Para receber o atendimento, é necessário comparecer ao local na data e horário indicados, portando os seguintes documentos:

• RG e CPF

• Comprovante de residência

• Carteirinha do Mutirão do Glaucoma

• Colírio para glaucoma em uso

A iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com a saúde ocular da população codoense, ampliando o acesso a serviços especializados e fortalecendo as ações de prevenção da cegueira causada pelo glaucoma.

O vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão (PT), afirmou neste sábado (data) que não pretende renunciar ao cargo para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de outubro. A declaração foi feita durante um evento realizado na Vice-Governadoria, em São Luís, que reuniu lideranças políticas e marcou o reforço de alianças em torno de sua pré-candidatura ao governo do Estado.

Ao tratar do cenário sucessório, Camarão citou o ex-presidente José Sarney e mencionou uma proposta apresentada pelo governador Carlos Brandão, sem detalhar publicamente os termos. O vice-governador, no entanto, deixou claro que não acredita na hipótese de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT e partidos aliados aceitarem abrir mão do comando do Palácio dos Leões em troca de apoio a outro projeto político para o Executivo estadual.

Em tom político, Camarão recorreu à metáfora das “barbas de Lula” para reforçar a ideia de que a sucessão estadual deve respeitar o peso e a tradição do campo progressista no Maranhão, sinalizando que decisões estratégicas não seriam tomadas de forma precipitada ou sem amplo diálogo interno.

O encontro também foi marcado pela formalização do apoio do PSOL, da Rede, do PSB e do PCdoB à pré-candidatura do petista, consolidando um bloco de partidos de esquerda e centro-esquerda em torno do nome de Felipe Camarão para a disputa pelo governo maranhense.

A notícia de uma nova conversa entre o governador do Maranhão, Carlos Brandão (sem partido), e o vice, Felipe Camarão (PT), voltou a mexer no tabuleiro eleitoral de 2026.

Embora, pelo menos por ora, o diálogo não tenha avançado – após o petista rejeitar novamente proposta para renunciar ao mandato -, a simples “reaproximação” deixou de orelha em pé o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD).

O gestor da capital maranhense tem totais condições, hoje, de lançar uma candidatura competitiva ao governo – com chances reais de chegar a um segundo turno até mesmo passando em primeiro lugar.

Mas não tem convicção de que pode vencer o pleito.

Para isso, conta, sobretudo, com o racha do grupo Brandão/Dino – que, aparentemente, já é irreversível.

O simples fato de Brandão e Camarão haverem trocado algumas ideias sobre a sucessão estadual, no entanto, acendeu um sinal de alerta no entorno de Braide. Que, certamente, vai acompanhar mais de perto a evolução desse diálogo…

Pré-candidato a governador pelo PT, o vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão, admite uma mudança de rota para ser candidato a senador.

Segundo a publicação, o “Plano B” seria acionado caso houvesse uma grande aliança da centro-esquerda maranhense com o atual prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD).

Camarão afirmou à coluna que busca construir uma coalizão para “enfrentar a nova oligarquia Brandão”. Ele diz que, hoje, sai candidato com respaldo de uma coalizão que incluiria PT, PC do B, PV, Rede, PSOL e PSB, antigo partido de Brandão.

“No entanto, segundo pessoas a par das negociações, há conversas com partidos como o PSD, do prefeito de São Luís, Eduardo Braide, citado como forte candidato ao Palácio dos Leões. Nesse cenário, Camarão poderia compor a chapa, mas sairia para Senado”, diz a coluna.

“O diálogo em curso visa à formação de uma frente de centro-esquerda no Maranhão, sem qualquer renúncia ao cargo de vice-governador, com a definição de que não haverá apoio à candidatura do sobrinho do governador e com a maturidade necessária para, conforme o cenário de 2026, construir uma alternativa vitoriosa para o Estado”, afirmo Camarão.

Faltando menos de 90 dias para o prazo de desincompatibilização, no próximo dia 4 de abril, o prefeito Eduardo Braide entra na fase mais sensível de seu projeto político. Até essa data, ele precisará definir se renuncia ao comando do Palácio de La Ravardière para disputar o Governo do Maranhão em 2026 ou se permanece no cargo até o fim do mandato. A indefinição, que até aqui funcionou como estratégia, passa a ter custo político crescente à medida que o calendário eleitoral se impõe.

A eventual renúncia abriria espaço para a vice-prefeita Esmênia Miranda assumir a prefeitura, um movimento que gera cautela no núcleo mais próximo de Braide. A entrega da máquina administrativa, a pouco mais de seis meses da eleição, é vista como risco real em um cenário de disputa dura e pulverizada no estado, onde a estrutura governista tende a exercer forte influência.

Caso opte por não sair, Braide pode atuar como fiador político de uma candidatura alinhada a ele ao governo, interferindo diretamente no tabuleiro estadual, ou adotar a neutralidade, preservando capital político para 2030.

O silêncio do prefeito contrasta com a ansiedade de aliados, que diuturnamente colocam o “bloco na rua”, mesmo à revelia do chefe. Estes parecem bem mais preocupados com o passar dos dias que o próprio Braide.

Faltando menos de 90 dias para o prazo de desincompatibilização, no próximo dia 4 de abril, o prefeito Eduardo Braide entra na fase mais sensível de seu projeto político. Até essa data, ele precisará definir se renuncia ao comando do Palácio de La Ravardière para disputar o Governo do Maranhão em 2026 ou se permanece no cargo até o fim do mandato. A indefinição, que até aqui funcionou como estratégia, passa a ter custo político crescente à medida que o calendário eleitoral se impõe.

A eventual renúncia abriria espaço para a vice-prefeita Esmênia Miranda assumir a prefeitura, um movimento que gera cautela no núcleo mais próximo de Braide. A entrega da máquina administrativa, a pouco mais de seis meses da eleição, é vista como risco real em um cenário de disputa dura e pulverizada no estado, onde a estrutura governista tende a exercer forte influência.

Caso opte por não sair, Braide pode atuar como fiador político de uma candidatura alinhada a ele ao governo, interferindo diretamente no tabuleiro estadual, ou adotar a neutralidade, preservando capital político para 2030.

O silêncio do prefeito contrasta com a ansiedade de aliados, que diuturnamente colocam o “bloco na rua”, mesmo à revelia do chefe. Estes parecem bem mais preocupados com o passar dos dias que o próprio Braide.

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Posto Priscila: Km17, BR 316, Codó-MA
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Posto Priscila: abastecimento com excelência