Pesquisas comparam governos Brandão e Dino e sondam cenários para 2026


Uma pesquisa realizada pelo instituto Absoluta em diversos municípios do Maranhão nesta semana avaliou a aprovação do governo de Carlos Brandão, comparou a gestão atual com a de Flávio Dino, sondou eleitores sobre a influência do grupo político de Brandão e mediu o nível de conhecimento dos maranhenses em relação às ações do Executivo estadual.

No contexto das eleições de 2026, o levantamento incluiu nomes como o vice-governador Felipe Camarão, a presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, o secretário Orleans Brandão e o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, como possíveis candidatos ao Palácio dos Leões, avaliando o reconhecimento dos entrevistados em relação a cada figura.

A pesquisa não será divulgada ao público, sendo utilizada exclusivamente como base para orientar estratégias e movimentações políticas voltadas para a próxima eleição.

Em São Luís, na manhã desta quarta-feira, outra pesquisa, conduzida pelo instituto EPO, analisou a percepção dos eleitores sobre a senadora Ana Paula Lobato. No levantamento, Felipe Camarão, Lahésio Bonfim, Eduardo Braide, Orleans Brandão e Othelino Neto foram mencionados como possíveis candidatos ao governo estadual. Para o Senado Federal, os nomes de Weverton Rocha, Eliziane Gama, Carlos Brandão e André Fufuca apareceram como opções avaliadas pelos entrevistados.

 

O deputado estadual Carlos Lula (PSB) manifestou-se na noite deste domingo, 15, sobre a reportagem do Fantástico denunciando a compra irregular de veículos como táxis no Maranhão.

Dentre os alvos da investigação jornalística, há servidores públicos e até policiais militares.

Para o parlamentar, o PMs devem ser afastados para “uma investigação rápida, sem influências políticas”.

“Exigimos uma investigação rápida, sem influências políticas e o afastamento cautelar das autoridades responsáveis durante o processo”, disse.

Organizadores e promotores do futebol amador de Codó, vem aí a Copa de Bairros 2024. Para alinhar os detalhes da organização, haverá uma reunião crucial na próxima segunda-feira, às 10h, no Salão Nobre da Prefeitura.

Representantes de times, líderes comunitários e todos os interessados estão convidados a participar. Será o momento para discutir regulamentos, formatos de competição e demais preparativos para o torneio.

Os interessados em fazer parte desse grande evento que mobiliza a cidade, não deve perder a oportunidade de contribuir e acompanhar de perto os primeiros passos da Copa de Bairros 2024! Fique ligado e prepare sua torcida.

Fonte: Blog dos Cocais

O atual prefeito de Itapecuru-Mirim, Benedito Coroba, derrotado nas urnas para Filipe Marreca, ingressou com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), reivindicando a cassação do mandato do prefeito eleito e a declaração de inelegibilidade do deputado federal Marreca Filho (PRD).

De acordo a peça jurídica, assinada pelo advogado Marlon Reis, um dos autores da Lei da Ficha Limpa, Luiz Fillipe Torres Filgueira, conhecido como Fillipe Marreca, candidato a prefeito de Itapecuru Mirim – MA, promoveu diversas práticas configurando abuso de poder econômico, político e captação ilícita de sufrágio. Esses atos tiveram como objetivo direto influenciar o eleitorado e comprometer a igualdade de condições entre os candidatos.

Ainda de acordo com a ação, além de ações pontuais em benefício próprio, houve uma clara atuação
coordenada com seu irmão, o deputado federal Júnior Marreca Filho, conhecido como Neto também, utilizando recursos públicos e influência política para beneficiar a candidatura de Fillipe Marreca, criando desequilíbrio eleitoral. 

A Câmara dos Deputados aprovou ontem (12) a castração química de pedófilos. Foram 367 votos favoráveis, 85 contrários e 14 abstenções. A proposta foi inserida durante a votação de um que projeto que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para estabelecer o cadastro nacional de pedófilos. O texto segue agora para o Senado.

Pelo projeto, o cadastro permitirá a disponibilização de dados dos condenados com trânsito em julgado por crimes relacionados a abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Caberá ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a centralização das informações em uma plataforma com os dados de qualificação do condenado, inclusive fotografia.

Em novembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia sancionado uma lei com o mesmo teor. A Lei 15.035/2024 inclui no Código Penal autorização para a realização de busca pública pelo nome completo e o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) de condenados pelos crimes de estupro, estupro de vulnerável, exploração sexual de crianças e adolescentes e exploração da prostituição, além da conduta de filmar e divulgar vídeos íntimos de terceiros sem autorização.

Jabuti

Inicialmente, a proposta de castração química foi apresentada como uma emenda de plenário. A relatora do projeto, Delegada Katarina (PSD-SE), rejeitou a proposição por ferir o acordo de líderes para a votação do texto principal.

“Em virtude do acordo político construído em Plenário, para que o texto principal seja aprovado, rejeitamos a emenda”, justificou.

Com a rejeição, foi apresentado um destaque pelo PL, para votar a castração química. A inclusão foi criticada em plenário. A deputada delegada Adriana Accorsi (PT-GO) reiterou que o destaque não fazia parte do acordado pelos líderes partidários. “Essa votação está desrespeitando a minha colega, Delegada Katarina, que colocou aqui que essa emenda não fazia parte dos projetos de lei acordados pelos líderes”, apontou.

Debate

A deputada Lídice da Mata (PSB-BA) disse que a castração química não vai contribuir para a proteção de crianças e adolescentes, uma vez que os pedófilos podem utilizar de outros meios, inclusive virtuais para praticar violência sexual, contra crianças e adolescentes.

“O estupro hoje se dá de diversas maneiras. Há estupro até virtual. Portanto, resolver a questão peniana, como alguns dizem aqui, não resolve a cabeça do estuprador ou a sua capacidade de ferir uma criança. Quando, no entanto, uma criança é estuprada e fica grávida do estuprador, a maioria deles defende que a criança seja obrigada a ser mãe”, disse a deputada se referindo à tentativa de parlamentares de votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 164/2012, que proíbe o aborto legal no Brasil.

A deputada Talíria Petrone (Psol-RJ) também ocupou a tribuna para criticar a medida, classificando como farsa. Talíria, que é mãe de uma menina de quatro anos, disse que a iniciativa é hipócrita e visa promover populismo penal.

“Essa matéria é uma farsa”, disse. “A política pública precisa resolver concretamente o problema da violência sexual contra crianças que é uma epidemia, um drama no Brasil. Isso passa primeiro por prevenção. Primeiro eu tenho que impedir que as meninas e crianças sejam estupradas, com educação sexual nas escolas, prevenção, campanhas e, depois, a responsabilização do agressor. O estupro, a violência sexual tem relação com o poder e não adianta castrar um homem porque ele vai seguir sendo um agressor, violentando essas crianças de outra forma. O que está acontecendo aqui é uma farsa”, criticou a deputada.

O deputado Sanderson (PL-RS) defendeu a iniciativa, com o argumento de que a castração é adotada em outros países, como os Estados Unidos, Rússia, Polônia, Israel, Indonésia, entre outros.

“Esse é um projeto importante. É uma medida menos gravosa, porque o ideal era a pena de morte para pedófilo. O código penal, inclusive, não traz ainda o tipo penal de pedofilia. Usamos o estupro de vulnerável, que a pena é de oito anos”, disse. “A castração química dará o resultado positivo, acabando com essa febre de pedofilia”, discursou.

Atualmente, não há um dispositivo específico para pedofilia no Código Penal. Pelo texto aprovado, a castração química será aplicada cumulativamente às penas já previstas para os crimes de violência e exploração sexual previstas tanto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) quanto no Código Penal.

Segundo o destaque aprovado, a medida será realizada mediante o uso de medicamentos inibidores da libido, nos termos regulamentados pelo Ministério da Saúde, observando-se as contraindicações médicas.

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