- Hélcio Costa
- 22/01/2024
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Desde a primeira passagem do atual presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, pelo Palácio do Planalto em Brasília, tem-se ouvido falar em “carona” em aviões, mais precisamente aérea. Na verdade, os aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) ou o oficial do presidente têm regulamentos em relação a quem e o que transportar. Mesmo sendo de sua comitiva presidencial, tendem a transportar ministros, assessores, amigos, parentes e empresários.
Segundo o dicionário digital Houaiss da Língua Portuguesa, cuja lexicógrafa responsável é Débora Ribeiro, o substantivo feminino “carona” significa viagem gratuita em qualquer veículo; boleia: pegar uma carona. Também conduzir gratuitamente alguém em um veículo qualquer.
Na verdade, carona é comum em todos os locais e momentos, seja aéreo, rodoviário, ferroviário, hidroviário ou dutoviário. Mas você já deu carona de outra forma? Já ouviu falar em “carona de voto”? Não? O famoso “Caroneiro de Voto”?
Em uma cidade do interior do Maranhão, distante 311 km de sua capital, São Luís (fonte: Google Maps), um deputado apelidado de um “Composto de Leite” acrescido de frutas, mesmo com centenas de veículos em sua frota de caminhões, carros de luxo, aviões, lanchas e outros, tem a fama de ser um caroneiro. Em períodos eleitorais, circula na cidade em carrões de luxo em busca de votos. Mas como uma pessoa procura o que não tem?
Na verdade, o “Composto de Leite” ou “Caroneiro de Voto 1” vive à procura de carona do “Super Z” – denominação fictícia de um de seus aliados políticos – para poder chegar onde quer. Quando se lançou como prefeito duas vezes, na primeira, não atingiu 8 mil votos em um colegiado de quase 80 mil eleitores na época. Só foi possível ser prefeito na segunda tentativa, quando seu aliado político “Super Z” o apoiou, dando mais de 23 mil votos. O “Composto de Leite” deixou o cargo quatro anos depois com uma margem de quase 80% de rejeição.
O mesmo aconteceu quando, para chegar à Assembleia do Estado do Maranhão, o atual deputado “Composto de Leite” precisou novamente implorar o apoio do “Super Z”, que lhe deu mais de 20 mil votos dos mais de 50 mil que recebeu, ou seja, quase 50% dos votos que saíram de Codó.
Não bastasse a luta do “Super Z” para eleger o “Composto de Leite”, o pai deste, o “Chefe dos Descartáveis” ou “Caroneiro de Voto 2”, também quer chegar à prefeitura e implora o apoio e os votos do “Super Z”. Assim, tornou-se também um “Caroneiro de Voto 2”. Vale lembrar que seu adversário político na época, o jovem e promissor Pedro Neres, sem experiência política e sem ocupar nenhum cargo público, teve quase 15 mil votos apenas com o apoio do pai, o médico e atual prefeito Dr. José Francisco. A coincidência é que o “Chefe dos Descartáveis” ou “Caroneiro de Voto 2” tem hoje o mesmo percentual de intenções/votos (7%-9%) que seu filho “Composto de Leite” teve à época quando quis ser prefeito e recorreu ao “Super Z”. Hoje, quer que seu pai “Chefe dos Descartáveis” ou “Caroneiro de Voto 2” peça também apoio para atingir seu objetivo.
Isso prova que, atualmente, dos quatro pré-candidatos a prefeito que despontam nas pesquisas, somente três não pegam carona e não precisam dela. Eles precisam do povo para se elegerem: o ex-deputado estadual Camilo Figueiredo, o ex-prefeito Zito Rolim e o atual prefeito Dr. José Francisco, que, diga-se de passagem, vai forte para a reeleição. Esses sim são donos dos próprios votos.
Mas regra é regra: uma empresa que não permite carona em sua frota não deveria pegar carona de ninguém. Mau exemplo!
- Hélcio Costa
- 20/01/2024
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Começou na última sexta-feira (18), e estende-se até segunda-feira (22), um encontro denominado MOQUIBOM (Movimento Quilombola do Maranhão). O evento acontece no povoado Santa Maria dos Moreiras, zona rural de Codó. O movimento surgiu na baixada maranhense, em busca de um novo processo de organização e luta que se baseia no direito ao território livre, bem como de um modelo político-ideológico pautado na emancipação, reunindo inúmeras comunidades quilombolas que estão em um cenário de conflitos e buscam a titulação de seus territórios por vias legais. Aproximadamente 300 pessoas estão participando, representado comunidades e povos tradicionais de vários lugares do estado do Maranhão. O encontro tem como objetivo discutir questões da classe e saber como estão os territórios quilombolas maranhenses.
Segue a programação do encontro:

- Hélcio Costa
- 20/01/2024
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Localizada em Santa Catarina, a CRI Coleta e Industrialização de Resíduos ganhou uma concessão de R$ 231 milhões na Prefeitura de Vargem Grande, interior do Maranhão.
Segundo informações, o contrato de concessão é resultado da Concorrência Pública 001/2023 – CPL/PMVG, realizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Vargem Grande, gerida por Giselle Bianca da Silva Almeida.
A CRI vai atuar no município por 30 anos realizando serviços de implantação e operação sanitário, incluindo a destinação final e monitoramento de resíduos sólidos urbanos.
O valor total da concessão gira em torno de R$ 231.071.582,21 milhões.
Atualmente, a CRI Coleta mantém uma filial da empresa em São José de Ribamar, região metropolitana de São Luís.
Em março do ano passado, o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) recomendou que a firma adotasse providências imediatas para conter e sanar o vazamento de líquidos contaminados provenientes da empresa para o solo e para o leito do Rio Jaguatirica, localizado no interior do Município de Ipumirim.
A Promotora de Justiça Stephani Gaeta Sanches explicou que foi instaurado Inquérito Civil para apurar a disposição final supostamente inadequada de rejeitos pela empresa no aterro sanitário localizado entre as Linhas Serrinha e Jaguatirica, ambas no interior do Município de Ipumirim. A ação da CRI estaria ocasionando danos ambientais, como poluição da água do rio e do poço artesiano localizado numa comunidade rural das proximidades.
- Hélcio Costa
- 20/01/2024
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Na última quarta-feira, 17 de janeiro, o vereador Daniel Barros, “o fiscal do povo”, se dirigiu à Secretária Municipal de Trânsito de Caxias para solicitar a autorização de fechamento de vias públicas, onde o seu bloquinho de carnaval será realizado. Acontece que na oportunidade o parlamentar deparou-se com mais um ato reprovável que está sendo realizado no município que é o recebimento de pagamento em espécie pelo secretário adjunto, em lugar na emissão do DAM (Documeto de Arrecadação Municipal) para o pagamento de taxas, o que se configura em crime de Peculato e Improbidade Administrativa.


Na sequência dos fatos, o secretário adjunto Alberto de Carvalho Simão foi exonerado pelo prefeito interino Ricardo Rodrigues, ação esta que comprova mais uma vez a fraude que foi registrada em vídeo pelo fiscal do povo. A cada dia fica mais evidente a corrupção que existe dentro do governo Fábio Gentil.
Imaginem a quantidade de recursos já foram desviados durante esses 8 anos de corrupção instalados em Caxias. Isso é apenas a ponta do iceberg.
O vereador Daniel Barros entrou com representação contra o prefeito para que o Ministério Público faça uma investigação sobre crime de peculato município.
- Hélcio Costa
- 19/01/2024
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O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), após adiamento no fm do ano passado, começará a julgar na segunda-feira, 22, a ação contra o PSC por suposta fraude à cota de gênero nas eleições de 2022.
O caso deveria ser apreciado desde a segunda quinzena de dezembro, mas advogados do partido alegaram haver contraído Covid-19 e pediram o adiamento da sessão, o que foi acatado (relembre).
O PSC foi denunciado à Justiça Eleitoral pelo PSD – e pelos suplentes Inácio Melo (PSDB) e Edson Araújo (PSB) – por suposta fraude à cota de gênero.
No final do mês de outubro, o procurador regional eleitoral no Maranhão, Pedro Melo Ribeiro, emitiu parecer favorável à anulação dos votos de toda a chapa do PSC que concorreu às eleições para deputado estadual em 2022.
Caso seja acatada a ação, perdem os mandatos os deputados Wellington do Curso e Fernando Braide. No caso do segundo, curiosamente, ele foi eleito pelo PSC, mas hoje está no PSD, autor da denúncia.
- Hélcio Costa
- 19/01/2024
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Reportagem de Sena Freitas mostra sobre a morte de um jovem de 13 anos do Km 17 em Codó. O mesmo trabalhava como vaqueiro em fazenda da região e nos últimos dias vinha sentindo dores e a Polícia investiga a morte do jovem que segundo relatos caiu de um cavalo e o cavalo pisou no jovem; a Polícia quer saber porque os proprietários da fazenda não comunicaram nada a família do jovem. Vídeo:








